O projeto funciona como uma forma de exposição dos trabalhos dos designers envolvidos, porém também serve como um fórum visual que estimula a discussão sobre como coisas que estavam arruinadas, podem novamente ter valor. Cada artista trabalhou com 6 camisetas diferentes e o resultado é exibido na “Dirty Laundry: the art of the stain in modern t-shirt design”.



A estilista Stella McCartney criou 9 camisetas para o Red Nose Day, que acontece no dia 13 de março, na Inglaterra. Neste dia, algumas instituições usam o bom humor e nariz de palhaço para angariar fundos para caridade. A boa causa faz parte do projeto Comic Relief, uma ONG britânica que dá suporte a órfãos africanos que perderam seus pais de AIDS ou foram vítimas de abuso sexual.

Imitação da estonagem sendo aplicada com tinta da linha toque zero da Gênesis, tinta de acabamento suave quase imperceptivel ao toque:
Primeira parte concluida:
Peças nos berços após aplicação da estampa central em Plastisol Fosco.
Todas as nossas produções são confecçionadas com produtos da Gênesis
A TNT Escritório de Arte apresenta RUBEM DUALIBI e sua exposição “SuperPopArt Bossa Nova”.
Artista plástico, publicitário, diretor de programas de TV, multimídia, fez sua 17a exposição na Cidade Maravilhosa com o tema Calçadões do Rio.
Expôs em Galerias Internacionais, e seu trabalho é reconhecido como o novo Pop Art - Criativo, colorido e dinâmico.O trabalho de Rubem Duailibi expressa sua paixão pelo Rio de Janeiro e por automobilismo, usando todas as informações publicitárias que acompanham a sua vida.
Leila Hipólito: Diretora de Cinema, Carioca, Fotógrafa.Dirigiu vários filmes, entre eles o longa-metragem “As Alegres Comadres” (Shakespeare).
Confira abaixo as imagens das telas expostas na exposição.

Champion Ipanema / CopacabanaAcrílico s/ tela colado e silk-screen80 x 120 cmDat. 2008

Três VW em Copacabana e IpanemaAcrílico s/ tela colado e silk-screen100 x 100 cmDat. 2008

LemonAcrílico s/ tela colado e silk-screen80 x 100 cm2008

HistorinhasAcrílico s/ tela colado e silk-screen80 x 100 cmDat. 2008

Autora - Carol Annand
Material utilizado: linha puff, clear, termocolante e papel foil


Todas as nossas produções são confecçionadas com produtos da Gênesis

Antropofagia 1 (2004) - Tinta Acrilica, colagem, serigrafia, bastão

Matador de Mosquitos (2005) - Acrilica, bastão oleoso e serigrafia

Fish (2006) - serigrafia, colagem, verniz e tinta acrilica

Antropofagia 2 (2006) - Acrilica, serigrafia, colagem e verniz sobre tela
Confira outros fantásticos trabalhos de Antonio Bokel
A história da camiseta
Antigüidade - Os romanos usavam uma túnica dupla, chamada camisia, que é a ancestral das nossas camisetas. Era sempre branca, feita quase sempre de linho. Era usada por baixo da única para proteger da transpiração.
Século 4 - A camisia continuava a ser usada por baixo das peças em Constantinopla. Os tecidos das peças superiores eram muito ricos, bordados com ouro, prata e pedras preciosas, e por isso não dava para lavá-los. A camisia era usada por baixo dessas peças nobres para evitar que sujassem.
1516 - O italiano Michelangelo termina a estátua O Escravo Moribundo, que retrata um homem vestido apenas com uma peça de roupa, bem diferente das usadas na época: uma camiseta regata. Apesar da ousadia, a moda não pegou.
Século 19 - As roupas das crianças começam a ficar mais infantis, em vez de serem reproduções das dos adultos em miniatura. A camisia era a única vestimenta até os 5 ou 6 anos. Era usada também para batizar as crianças.
Até início do século 20 - A camiseta, ainda restrita à Europa, é usada como roupa de baixo, para proteger os homens da transpiração e do frio. Para não rasgar as camisas, os trabalhadores braçais usam só a camiseta para trabalhar.
1ª Guerra Mundial - Soldados europeus usam, por baixo dos uniformes, confortáveis camisetas feitas de algodão. Os americanos, morrendo de calor em seus uniformes de lã, adoram a novidade e a levam para os Estados Unidos. O design em formato de T leva a peça a ficar conhecida como T-shirt, em inglês.
2ª Guerra Mundial - A camiseta é peça-chave no uniforme da Marinha e do Exército Americano. Ainda é considerada roupa de baixo, mas o público acostuma-se a ver nas revistas fotos dos soldados com camiseta, sem camisa por cima, ao fazerem trabalhos pesados ou em lugares quentes.
1948 - Candidato à presidência dos Estados Unidos, Thomas E. Dewey faz uma das primeiras camisetas de propaganda da história, com os dizeres “Dew it for Dewey”.
1951 - Marlon Brando aparece de camiseta no filme Um Bonde Chamado Desejo. A peça é o destaque perfeito para os músculos do ator. A partir dessa época, a camiseta sem camisa por cima passa a fazer parte da indumentária das pessoas também na vida civil.
1955 - Na trilha aberta por Brando, James Dean aparece de camiseta em Juventude Transviada. Camiseta vira sinônimo de rebeldia e contestação. As crianças continuam usando a camiseta por baixo da roupa, pois não era considerado adequado ficarem em mangas de camisa.
Anos 60 - Na esteira do movimentos anti-guerra e a favor da liberdade, a camiseta veste as cores psicodélicas dos hippies e passa a trazer mensagens pacifistas, na linha de “Faça Amor, Não Faça Guerra”. Nessa época, as mulheres também passam a usar a peça, que se torna unissex.
Anos 70 - As camisetas são usadas tanto como meio de expressão dos anseios da juventude quanto como suporte para propaganda, carregando símbolos de marcas de refrigerante.
Anos 80 - Na década dos yuppies, jovens ligados ao consumismo e ao individualismo, a moda passa a ser ostentação de dinheiro e poder, e a camiseta começa a trazer bem grande as marcas das grifes.
Anos 90 - A falta de ideologia dos jovens da década aparece nas roupas largas e largadas dos grunges. A camiseta é usada por qualquer segmento da sociedade, sem comprometimento com causas, ideologias ou faixa etária.
Anos 2000 - Não existem regras. A customização é a palavra de ordem. A camiseta continua democrática e servindo a todos os gostos, desde as campanhas políticas à estampa de filmes e grupos musicais preferidos. As grandes marcas começam a investir mais nas linhas infantis, e cada vez mais peças voltadas a esse público são produzidas.
Esta cooperação,à imagem daquela que em todos os tempos colocou o autor na dependência do “construtor”,poderia e deveria ser,digna de um estudo.Desde a edificação das pirâmedes do Egipto,até às pranchas de múltiplos das gravuras de Picasso,um entendimento se processou, de forma determinante. O reconhecimento de tal participação é motivo que, penso,vir a justificar a presente mostra, e de certo modo,render homenagem ao casal Mary e Osório,com o qual trabalho vai para 23 anos,e continua sendo a dilecta dupla.Esse longo contacto permitiu-me apreciar essa espécia de “conivência”,misteriosa e íntima que foi acontecendo perante circunstâncias diferenciadas pelas técnicas (lápis,pastel,guacho,aguarela,colagem,etc.) e inclusivamente,a natureza do papel.
Se disser que Mary e Osório operam como artistas,os mais diversificados,também se entende o grau de capacidade de intuir tudo o que existe,para além dos conhecimentos técnicos que capacitam a expressividade desses artistas,e em tal sentido,os valorizam. Até ao presente,tais profissionais tem-se quedado nos bastidores.Regozija-se o Lugar do Desenho com a exposição que vem finalmente exaltar o profissionalismo de quem tanto tem contribuído para a divulgação da arte.
Concurso realizado pela Gênesis, uma das maiores frabricantes de produtos serigráficos do país,todos os trabalhos são confeccionados usando técnicas de serigrafia, eis os requisitos avaliados:
Desde os tempos mais remotos, existe, no Oriente, o estêncil (pl. estênceis, em inglês stencil) para a aplicação de padrões (modelos, espaços seqüenciais) em tecidos, móveis e paredes.
Na china os recortes em papel (cut-papers) não eram só usados como uma forma independente de artefato, mas também como máscaras para estampa, principalmente em tecidos.
No japão o processo com estêncil alcançou grande notabilidade no período Kamamura quando as armaduras dos samurais as cobertas de cavalos e os estandartes tinham emblemas aplicados por esse processo. Durante os séculos XVII eXVIII ainda se usava esse tipo de impressão na estamparia de tecidos. Aos japoneses é atribuída a solução das “pontes” das máscaras: diz-se que usavam fios de cabelo para segurar uma parte na outra.
No Ocidente registra-se no século passado, em Lyon, França, o processo (de máscaras, recortes) sendo usado em indústrias têxteis (impressão a la lyonnaise ou pochoir) onde a imagem era impressa através dos vazados, a pincel. No início do século registravam-se as primeiras patentes: 1907 na Inglaterra e 1915 nos Estados Unidos, e o números de impressos comerciais cresceu muito. Na América, os móveis, paredes e outras superfícies eram decorados dessa maneira.
Foram raros os artistas que utilizaram o processo como ferramenta para a execução de gravuras, ou de trabalhos gráficos. Theóphile Steinlein, um artista suíço que vivia em Paris no início do século (morreu em 1923) é um dos poucos exemplos do uso da técnica. Neste período da grande depressão de 30, nos EUA os esforços do WPA - Federal Art Projects, estimularam um grupo de artistas encabeçados por Anthony Velonis a experimentar a técnica com propósitos artísticos. Os materiais e equipamentos baratos, facilmente encontrados sem grandes investimentos foram algumas das razões que estimularam os artistas a experimentar o processo. Entre eles, citamos Bem Shahn, Robert Gwathmey, Harry Stenberg. Tais artistas iniciaram um importante trabalho de transformar um meio mecânico, cujas qualidades gráficas se limitavam às impressões comerciais, numa importante ferramenta para desenvolver seus estilos pessoais. O sentido desse esforço inicial estendeu-se aos artistas dos anos 50, incluindo os expressionistas abstratos e os action painters, como Jackson Pollock.
Até Marcel Duchamp, que não era exatamente um artista-gravador, nos deixou um auto-retrato de 1959, uma serigrafia colorida que está no MoMa (Museum of Modern Art, Nova York).
No fim da segunda guerra mundial, quando os aviões americanos aterrizaram em Colónia (Alemanha), com suas fuselagens decoradas com emblemas e comics em serigrafia, surgiu o interesse europeu pela técnica.
As barreiras e definições estabelecidas que tratavam a serigrafia como “manifestação gráfica menor” só foram eliminadas no fim dos anos 50, início dos 60. O grande responsável por isso foi o processo fotográfico utilizado através da serigrafia e novos conceitos e movimentos artísticos, além do avanço tecnológico (ver Pop art, Op art, Hard-edge, Stripe, Color-field, Minimal Art). Os primeiros artistas que se utilizaram do processo procuravam tornar mais naturais e menos frias as impressões. Foram ressaltados, entre outros, dois pontos básicos da técnica: (1) sua extrema adaptabilidade que permite a aplicação sobre qualquer superfície inclusive tridimensional, muito conveniente para certas tendências artísticas (2) e suas especificidades gráficas próprias, ou seja características gráficas que apenas a serigrafia pode proporcionar.Da necessidade de artistas como Rauschemberg, Rosenquist, Warhol, Lichtenstein, Vasarely, Amrskiemicz, Albers, Indiana e Stella, houve o desenvolvimento contemporâneo do processo em aplicações artísticas
Todos os anos reunimos nossa equipe para visitarmos a IBRATESE, a maior feira do setor em nosso país, onde podemos encontrar o que de mais novo e tecnologico está se lançando no mercado serigrafico, é uma ótima oportunidade de nos aprimorarmos para melhor servir nossos clientes! Confira neste video a ultima edição!
Serigrafia ou silk-screen é um processo de impressão no qual a tinta é vazada – pela pressão de um rodo ou puxador – através de uma tela preparada. A tela, normalmente de seda, náilon ou poliéster, é esticada em um bastidor de madeira, alumínio ou aço. A "gravação" da tela se dá pelo processo de fotosensibilidade, onde a matriz preparada com uma emulsão fotosensível é colocada sobre um fotolito, sendo este conjunto matriz+fotolito colocados por sua vez sobre uma mesa de luz. Os pontos escuros do fotolito correspondem aos locais que ficarão vazados na tela, permitindo a passagem da tinta pela trama do tecido, e os pontos claros (onde a luz passará pelo fotolito atingindo a emulsão) são impermeabilizados pelo endurecimento da emulsão fotosensível que foi exposta a luz.
É utilizada na impressão em variados tipos de materiais (papel, plástico, borracha, madeira, vidro, tecido, etc.), superfícies (cilíndrica, esférica, irregular, clara, escura, opaca, brilhante, etc.), espessuras ou tamanhos, com diversos tipos de tintas ou cores. Também pode ser feita de forma mecânica (por pessoas) ou automática (por máquinas).
A serigrafia caracteriza-se como um dos processos da gravura, determinado de gravura permeográfica.
A palavra permeográfica, pretende enfatizar que não há realização de sulcos e cortes com retirada de matéria da matriz. O processo se dá no plano, ou seja na superfície da tela serigráfica, que é sensibilizada por processos foto-sensibilizantes e químicos. O princípio básico da serigrafia é relacionado freqüentemente ao mesmo princípio do estêncil, uma espécie de máscara que veda áreas onde a tinta não deve atingir o substrato (suporte).
O termo serigrafia (serigraph, em inglês) é creditado a Anthony Velonis, que influenciado por Carl Zigrosser, crítico, editor e nos anos 40, curador de gravuras do Philadelphia Museum of Art, propôs a palavra serigraph (em inglês), do grego sericos (seda), e graphos (escrever), para modificar os aspectos comerciais associados ao processo, distinguindo o trabalho de criação realizado por um artista dos trabalhos destinadas ao uso comercial, industrial ou puramente reprodutivo.
Velonis também escreveu um livro em 1939, intitulado Silk Screen Technique (New York: Creative Crafts Press, 1939) que foi usado como "how-to" manual de outras divisões de posters. Ele viajou extensivamente orientando os artistas da FAP sobre a técnica da serigrafiaMenu
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